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Por que participar de um grupo de estudos on line?

 

Uma das grandes contribuições das formas interativas de ensino on line é a possibilidade de troca de conhecimento entre os participantes. Certamente no ensino presencial isto também ocorre, porém o formato on line , no nosso ponto de vista , parece favorecer este aspecto e, em se tratando de um grupo de estudos, isto é ainda mais evidente.

 

Mas porque afirmamos isto? Ora, um grupo de estudos, mesmo que tenha um professor coordenando, contém, em sua própria concepção a ideia de um conjunto de pessoas estudando juntas, cada uma trazendo suas contribuições.

 

E o que se pode buscar em um grupo de estudos? Aprender algo novo ou saber mais sobre um assunto além do grupo ser um estímulo para o estudo e a aprendizagem; mas este saber não vem apenas do professor; vem do conhecimento e da experiência de cada participante e assim algo coletivo pode ser construído. Quando se traz um tema para discussão e um participante dá um exemplo, faz perguntas, sugere um autor, filme ou livro, a coaprendizagem acontece e o envolvimento das pessoas com o grupo, com o tema e com sua própria experiência cresce.

 

Outra contribuição de um grupo de estudos relaciona-se à aprendizagem continuada, característica importante na atualidade; em função da expansão do conhecimento e da informação que a Internet trouxe, é necessário, para se manter atualizado, estar constantemente lendo, aprendendo e trocando ideias e informações. Neste sentido, como apresenta Marai Elizabeth Bianconcini de Almeida (2004), a tecnologia digital favorece a interação das pessoas entre si e destas com o material apresentado; amplia o acesso à informação, frequentemente atualizado, e cria espaços para a representação do pensamento e produção do conhecimento.

 

O grupo de estudos também visa fornecer um ambiente (virtual) que ajude o participante a se expressar e a se situar de diferentes formas em relação ao tema; ele deixa espaço para que o participante possa escolher suas “rotas” e fazer suas próprias construções. Desta forma, tanto nos grupos de estudos como nos cursos on line, pode-se criar um espaço flexível que auxilie o participante a expressar seus pontos de vista e a interagir com os demais e com os recursos oferecidos e, assim, produzir conhecimento. Isto caracteriza uma aprendizagem ativa. Valente (2002) e Valente e Prado (2003), citados pela mesma autora referida acima, chamam esta atividade de “estar junto virtual” onde se permite que os participantes expressem pensamentos e representem informações de variadas maneiras. Ela cita também Silva (2000 e 2003) que estuda a sala de aula interativa e hipertextual que permite a comunicação em variadas direções e torna aprendizes coautores dos percursos de aprendizagem.

 

A função do coordenador é, em decorrência, a de um intermediador que auxilia na organização do conhecimento que vai se constituir.

Finalizando, o que foi apontado acima muito provavelmente deve ter despertado a curiosidade daqueles que não vivenciaram ainda esta rica experiência de aprendizagem on line.

 

Que tal experimentar? 

 

Referência Bibliográfica

Almeida, M. Elizabeth Bianconcini, (2004). O educador no Ambiente Virtual: concepções, práticas e desafios - artigo apresentado no Fórum de Educadores: o educador virtual. São Paulo : Senac.

 

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